O que a série Drácula da Netflix nos ensina sobre mortos-vivos | Parte 1 - Sangue é vida - Desmorto

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14 janeiro 2020

O que a série Drácula da Netflix nos ensina sobre mortos-vivos | Parte 1 - Sangue é vida

A minissérie Drácula teve sua estreia em janeiro de 2020 no serviço de streaming da Netflix e deixou os fãs um tanto ressabiados. Por um lado, os dois primeiros episódios agradaram, mas o terceiro e último episódio estragou a experiência de muita gente.



Mas independente se a série é unânime ou não na história que ela contou, para nós que gostamos de tecer fatos e teorias sobre mortos-vivos, zumbis e desmortos em geral, temos um prato cheio de elementos sobre a mítica dos vampiros.

Vamos então pontuar e falar um pouco de cada elemento sobre vampiros, mortos vivos e o próprio Drácula que foram apresentadas nesta série.

E como primeiro elemento a discutir, vamos falar sobre o SANGUE.

Sangue tem as memórias do seu portador



Um dos primeiros elementos da série é que o sangue não só serve de alimento para Drácula e outros vampiros, o sangue traz conhecimento, habilidades e memórias do seu portador. Ao beber (e até mesmo sentir o cheiro) Drácula literalmente absorve a vida de sua vítima, trazendo a ele não só as memórias, mas conhecimentos, habilidades e até defeitos de sua vítima.

Esse é um ponto importante da série, pois demonstra porque Drácula é tão poderoso em relação a qualquer outro vampiro da história. Drácula é extremamente seletivo das pessoas que ele se alimenta, preferindo sempre pessoas cultas, para que assim essas características sejam absorvidas por ele.

A maioria das histórias de vampiros não tem esse elemento de absorver habilidades pelo sangue, mas há um anime chamado Hellsing, onde há uma semelhança. Ao matar uma vítima sugando seu sangue, o vampiro adquiri a alma de sua vítima. Essa alma se integra a alma do vampiro e pode lhe servir com um soldado se preciso. Em Hellsing, a quantidade de almas absorvidas fazem o vampiro ficar extremamente poderoso.



Indo para outras obras de ficção, temos as histórias que falam sobre clonagem. É comum em algumas histórias onde um ser clonado tem flashes de lembranças da pessoa a qual ela foi clonada. A explicação em geral diz que a memória fica no DNA. A recente série Titans (também da Netflix), em sua segunda temporada apresenta o personagem Superboy, a qual é um clone conjunto do DNA do Superman e de Lex Luthor. Na série, Superboy, que é um recém clonado, detém o conhecimento científico de Lex Luthor e em momentos chaves tem lembranças da vida do Superman e de Lex Luthor.


Mas seria isso possível? Memórias pelo sangue?


Aparentemente, há quem acredite que sim. Há estudos reais onde pesquisadores acreditam que as memórias possam ser passadas de geração para geração por meio do DNA. Essa condição poderia explicar por que algumas pessoas da mesma família têm medo das mesmas coisas.



Em um estudo conduzido na Emory University de Atlanta, cientista conduziram um experimento com ratos onde ao sentirem cheiro de cereja, os ratos tomavam um choque. Esses ratos então tiveram filhotes e esses filhotes, mesmo não tomando choque ou vendo o que aconteceu aos seus pais, ao sentirem cheiro de cereja demonstravam medo. O referido experimento foi feito entre 2013 e 2014, e pode ser lido na integra na Nature.

E qual a sua opinião sobre essa teoria? Concorda ou teria outra visão? Deixe os seus comentários e vamos discutir sobre esse assunto.

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